Podemos perceber que, apesar de serem 4 imagens diferentes, todas têm algum aspecto em comum. Percebe-se que sempre utilizam a mulher como uma mercadoria sensual e de luxo (são modelos ou cantoras famosas, conhecidas quase mundialmente) que incintivam as pessoas a comprarem por se sentirem pertecentes a camada social "elite" e que, caso comprem o casaco de pele, ficarão mais parecidas com as modelos das propagandas.
Quando olhamos as propagandas, nosso cérebro enfoca diretamente ao centro. Se formos usar de exemplo da propaganda da Gisele, percebemos que o enfoque é a coxa. No caso da Naomi, as curvas das pernas, quadril e seios que estão no centro da imagem. Com esses enfoques, muitas vezes podem dar a ilusão para o observador que caso ele compre o casaco podera ter as mesmas caracteristicas da modelo, o que não vai acontecer. E que não significa, necessariamente, que aquilo que está sendo demonstrado na propaganda é o único tipo de beleza que existe. Muito pelo contrário.
O casaco de pele surgiu na Europa, mais precisamente na Espanha e na Itália, onde a maior parte da população usava para se aquecer do frio intenso. Isso quer dizer que, dependendo da maioria das pessoas "fazem de tudo" para copiar a moda de um pais de 1° mundo, como a Europa ou até mesmo os EUA. Já que o casaco de pele é símbolo de elegância e superioridade, desde a época dos reis medievais.
Teve seu auge de produção na década de 50, onde, em um mundo pós-guerra, a década foi conhecida como "os anos dourados", a prosperidade capitalista contaminava a maioria dos países do mundo, as alianças comerciais entre os países do bloco dos EUA erão intensas, o governo norte-americano gastava bilhões de dólares para o desenvolvimento da ciência e tecnologias, principalmente na área de química. Modernizou-se o processo de fabricação do casaco, como por exemplo o uso do produto tóxico Metanol, onde muitas vezes era utilizado não somente para a melhor decomposição da pele, mas também pelo melhor custo benefício. Além de que inventaram uma espécie de "armário frigorífico" para que os casacos de pele não perdessem seu "brilho" ou ficarem com "cara de velhos".
Teve a maior queda a partir da década de 60 até nos dias de hoje. Os anos 60 foram considerados "os anos rebeldes": muitas pessoas contestavam sobre a política do governo (principalmente ao regime capitalista), as famosas ONGs, que dedicam quase todo seu tempo em busca de proteção ao meio ambiente e os alertas ao aquecimento global, aparecem; surgem movimentos rebeldes em diversos países, a concientização ambiental aumenta na população. As pessoas estão percebendo os problemas que a Terra sofre, como o mundo está mudando de uma maneira assustadora... Os animais, a maioria já estão em extinção, as florestas são poucas, a fiscalização, nada. Mas, a situação está se invertendo e têm chances de que a Terra seja um lugar melhor daqui para frente. Todas as iniciativas positivas fazem diferença!
Abaixo teremos algumas propagandas contra o casaco de pele que mostram todas as críticas citadas acima sobre as propagandas que insentivam o consumo desse produto.
"Você é aquilo que você usa!"
"Para tudo tem uma consequência "
"Revolta da natureza"
Muitas das propagandas lançadas na mídia contra o casaco de pele utilizam recursos como frases que ficam na cabeça das pessoas (por exemplo, utilizamos a "você é aquilo que você usa!"), ou até mesmo imagens chocantes, sendo um meio de alertar a populaçao e tendo a intenção de que as pessoas vão pensar antes de comprar/consumir esse produto.





