quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Parte dos direitos dos animais


- 1978- criado, na França, a Declaração Universal dos direitos dos animais

     - Proposta proclamada pelo cientista Georges Heuse
OBJETIVO DESSA DECLARAÇÃO:
     -  indicar diversos artigos protegendo os animais dos possiveis maus tratos dos seres humanos.

- Alguns artigos dessa declaração são:
       01) Todos animais tem direito a vida
       02) Todos os animais tem direito ao respeito e proteção do homem
       03) Nenhum animal deve ser maltratado
       04)  Todos os animais selvagens tem direito de viver livre no seu habitat
       05) O animal que o homem escolher como companhia, jamais deve ser abandonado
       06)  Nenhum animais deve ser usado em experiencias que lhe cause dor

         -  Desrespeito as leis nas fabricas de confecção de casacos de pele
         -  Falta de fiscalização

Parte "Gaia"

- Nas fábricas, os animais são mantidos ao ar livre, sendo alimentados com produtos considerados inapropriados para o ser humano.

- No processo de transformação do casaco de pele, envolve o aplicamento de uma série de substâncias tóxicas, como o Metanol, que tem como objetivo prevenir a decomposição

- Por causa desses produtos tóxicos que são jogados no solo, afeta os lençóis de águas subterrâneas, que prejudica a vida tanto dos animais marítimos como os dos sereshumanos.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Inglês

Summary: This scientific article aims to investigate how slowly the human being is destroying the ecosystem in the name of luxury, power and vanity, all through the making of fur coat, causing a series of impacts, since the cruel killing and horrible land animals until death of marine animals infected because of toxic substances.
Keywords: fur coat, environmental, animal, biodiversity.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Fontes

FONTE: " The Universal Declaration of Animal Rights was solemnly proclaimed in Paris on 15 October 1978 at the UNESCO headquarters. The text, revised by the International League of Animal Rights in 1989, was submitted to the UNESCO Director General in 1990 and made public that same year".- ás 13:11, segunda-feira, 13 de setembro de 2010.

http://gaia.org.pt/node/2050

http://peta.org.com/

Marcelo-    http://hotsite.marista.org.br/congressobio/Paginas/08-06.aspx

 Fibras-  http://hotsite.marista.org.br/congressobio/Paginas/Detalhes_08artigos.aspx?ID='2'

http://www.pea.org.br/crueldade/peles/index.htm

Casaco de pele: a conseqüência das caçadas.

Casaco de pele: a conseqüência das caçadas.
Um símbolo de riqueza se transforma em uma ameaça.

Resumo: Este artigo científico tem como objetivo investigar como, aos poucos, o ser humano vem destruindo o ecossistema em nome do luxo, vaidade e poder, tudo isso através da confecção de casaco de pele, que causa uma série de impactos ambientais, desde a matança cruel e horrorosa dos animais terrestres até a morte dos animais marinhos, infectados por causa de substâncias tóxicas.
Palavras chave: casaco de pele, impactos ambientais, animais, biodiversidade.

Introdução:
É inevitável a preocupação, em relação aos animais, quando falamos na produção de um casaco de pele, só para estar na moda ou na elevação do status social da pessoa que o utiliza. Pensando neste assunto, nosso grupo de Ciências resolveu investigar (pesquisando em artigos científicos, sites e ONGs especializadas) se os animais sofrem durante o processo de produção e relacionar as nossas pesquisas feitas com o Congresso Virtual Indisciplinar Marista de Biodiversidade, especialmente o subtema três, que aborda a interferência humana na biodiversidade local (nesse caso, representando a matança de animais) levando a alterações de diversos ecossistemas.
A biodiversidade sofre influência das atividades humanas como a extinção de seres vivos (animais mortos para a confecção de casacos). Segundo o autor Marcelo L. Rakssa (quarta-feira, dois de junho de 2010) “o futuro das sociedades humanas é decidido pelas respostas que são dadas aos desastres ambientais e sua capacidade de consumo de recursos naturais sem o seu esgotamento”.

Desenvolvimento:
  Cada vez mais que o mundo, por fim, evolui em relação as tecnologias e ideologias, invenções e afins são criados para resolverem problemas que não tínhamos.

Segundo o autor H. Espindola (1998), na Europa, as mudanças políticas, econômicas, sociais levaram as pessoas ao então êxodo do campo para as cidades, e a industrialização e o avanço científico aumentaram durante os séculos XIX e XX, principalmente na Itália e Espanha. Durante esse período, foi considerado o “auge” da produção de casacos de pele e até mesmo outros produtos, pois aumentou o número de fábricas produzindo o mesmo produto, abaixando os preços, levando a um consumo maior. Como o rigoroso inverno europeu castigava as pessoas com o frio, foi visto que a melhor opção de se aquecerem (além de demonstrar o luxo e riqueza) utilizando a confecção de casacos feitos, principalmente, de filhotes abatidos em cativeiros, como as espécies de coelhos, chinchilas, raposas, lebres e coiotes.
  No caso do Brasil, onde o frio não é tanto, a produção de casacos de pele não é tão intensa, apesar de que isso não é uma justificativa para que os brasileiros não utilizem desse tipo de casaco ou, muito pior, extraiam o couro de, por exemplo, jacarés para a fabricação de bolsas de grifes e para a exportação a países estrangeiros. Desde aquela época até os dias de hoje, os humanos não têm controle da matança dos animais, o que prejudica o meio ambiente.
  Contudo, a conscientização a respeito dessa matança está mudando de uma forma demorada e com sérias polêmicas.
   A forma como esses animais são terrivelmente maltratados torturados, e por fim mortos, está chamando atenção, pois muitos deles ainda filhotes são retirados de seus pais em armadilhas, afogamentos, envenenamento, eletrocutação.
   Há vários jeitos de se retirar a pele dos animais sem danificar, desde a eletrocutação anal a esmagamento. Muitas dessas vítimas, enquanto estão presas, acabam enlouquecendo e praticando o canibalismo, na tentativa desesperada de se libertar da morte. As fêmeas, aflitas ao verem sua cria presa, fazem de tudo para a verem libertadas das armadilhas, arrancando suas patas. Outros acabam morrendo por gases venenosos, sem higiene alguma, mortos de fome, doenças como febre, gangrena e perda de sangue.
Segundo a ONG Gaia, nas fábricas, os animais são mantidos ao ar livre, sendo alimentados com produtos considerados inapropriados para o ser humano.
No processo de transformação do casaco de pele, envolve o aplicamento de uma série de substâncias tóxicas, como o Metanol, que tem como objetivo prevenir a decomposição. Desse modo, a pele do animal não é mais biodegradável, afetando o meio ambiente por causa do tamanho de produtos químicos que são jogados no solo afetando os lençóis de água subterrâneos, ou seja, isso afeta tanto os animais marítimos, como o ser humano.
   Já foi criado, no dia 15 de outubro de 1978, na França, Paris,  a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, uma proposta proclamada pelo cientista Georges Heuse (1978) que a tem como objetivo indicar diversos artigos protegendo os animais em relação aos maus tratos dados pelos humanos.
  • 01- Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
  • 02- Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
  • 03- Nenhum deve ser maltrado.
  • 04- Todos os animais selvagens têm o direito de viver livre no seu habitat.
  • 05- O animal que o home escolher pra companhia não deve ser nunca abandonado.
  • 06- Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe cause dor.
  • 07- Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
  • 08-  A poluição e a destruição do meio ambiente são consideradas.
  • 09- Os direitos dos animais devem ser defendidos por lei.
  • 10- O homem deve ser educado desde a infância a observar, respeitar e compreender os animais.
Então, podemos perceber  que a  forma como estes animais foram mortos, não se enquadram em quase nenhum artigo, principalmente nos números 01, 03, 04 06 e 07. Contudo, dentro das fábricas de criação, nenhuma lei protege os animais, já que os fabricantes se interessam na qualidade no animal, devido à falta de fiscalização.

Conclusão:

Na confecção de casaco de pele, constatamos o mau trato e a falta de respeito aos direitos dos animais, além da extinção de determinadas espécies alterando e desequilibrando diversos ecossistemas e a biodiversidade.
Em decorrência desses fatos, a população tem tomando consciência e tentando reverter essa situação. Uma das soluções adotadas foi a substituição na confecção dos casacos por materiais sintéticos como o uso de fibras naturais que teve uma boa aceitação na moda e agradou os ambientalistas.
Com essa solução, diminuíram os maus tratos e a morte dos animais, mas isso não impede que essa produção encerre totalmente.
Para os próximos pesquisadores que acabarem de ler este artigo, sugerimos que aprofundem mais na pesquisa referente a esse assunto e de algum jeito, descubram outras soluções para que as nossas vestes contribuíssem de uma forma honesta e digna para o nosso planeta.




quarta-feira, 15 de setembro de 2010

A consequência das caçadas -

Um simbolo de riqueza se transforma em uma ameaça.

Palavras chaves: casaco de pele, impactos ambientais, animais, biodiversidade

Keywords: fur coat, environmental, animal, biodiversity

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Desenvolvimento

Cada vez mais que o mundo, por fim, evolui em relação as tecnologias e ideologias, invenções e afins, são criados para resolverem problemas que não tínhamos.
Na Europa, as mudanças políticas, econômicas, sociais levaram as pessoas no então êxodo do campo para as cidades e a industrialização e o avanço científico aumentou durante o séculos XIX e XX, principalmente na Itália e Espanha. Durante esse período foi considerada o "auge" da produção de casacos de pele e até mesmo outros produtos, pois o número de fabricas produzindo o mesmo produto, abaixando os seus preços, levando a um consumo maior. Como o rigoroso inverno europeu castigava as pessoas com o frio, viram que a melhor opção de se aquecerem (além de demontrar o luxo e riqueza) utilizando a confecção de casacos feito, principalmente, de filhotes abatidos em cativeiros, como as espécies de coelhos, chinchilas, raposas, lebres e coiotes.
No caso do Brasil, onde o frio não é tanto, a produção de casacos de pele não é tão intensa, apesar de que isso não é uma justificativa para que os brasileiros não utilizem desse tipo de casaco ou, muito pior, extraem o couro de, por exemplo, jacarés para a fabricação de bolsas para grifes e para a exportação à países estrangeiros. Desde aquela época até os dias de hoje, os humanos não têm controle da matança dos animais que prejudica o meio ambiente.
Contudo, a concientização a respeito dessa matança, está mudando de uma forma demorada e com sérias polêmicas.
A forma como esses animais são terrivelmente maltratados, torturados, e por fim morto, está chamando atenção, pois muitos desses animais ainda filhotes são retirados de seus pais em armadilhas, afogamentos, envenenamento, eletrocutação.
Há vários jeitos de se retirarem a pele dos animais sem danificar, desde a eletrocutação anal á esmagamento. Muitos dessas vítimas, enquanto estão presos, acabam enlouquecendo e praticando o canibalismo, na tentativa desesperada de se libertar da morte. As fêmeas, aflitas ao verem sua cria presos, fazem de tudo para ver libertados das armadilhas, arrancando suas patas. Outros acabam morrendo por gases venenosos, sem higiene alguma, mortos de fome, doenças como febre, gangrena e perda de sangue.
Já foi criado no dia 15 de Outubro de 1978, na França, Paris,  a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, uma proposta declarada pelo cientista Georges Heuse (1978), a Declaração tem como tal objetivo de diversos artigos protegendo os animais em relação ao maus tratos dados pelos humanos. Esta abaixo, por exemplo:
  • 01- Todos os animais têm o mesmo direito à vida;
  • 02- Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem;
  • 03- Nenhum deve ser maltrado;
  • 04- Todos os animais selvagens tê o direito de viver livre no seu habitat;
  • 05- O animal que o home escolher pra companhia não deve ser nunca abandonado;
  • 06- Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe cause dor;
  • 07- Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida;
  • 08-   A poluição e a destruição do meio ambiente são consideradas;
  • 09- Os direitos doa animais devem ser defendidos por lei;
  • 10- O homem deve ser educado desde a infância a observar, respeitar e compreender os animais.
Então, podemos perceber  que a  forma como estes animais foram mortos, não se enquadram em quase nenhum artigo, principalmente nos números 01, 03, 04 06 e 07.

FONTE: " The Universal Declaration of Animal Rights was solemnly proclaimed in Paris on 15 October 1978 at the UNESCO headquarters. The text, revised by the International League of Animal Rights in 1989, was submitted to the UNESCO Director General in 1990 and made public that same year".- ás 13:11, segunda-feira, 13 de setembro de 2010.
 

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Introdução - oficial

  É inevitável a preocupação, em relação animais, quando falamos na produção de um casaco de pele, só para estar na moda ou para a elevação de status social da pessoa que o utiliza. Pensando neste assunto, nosso grupo de Ciências resolveu investigar se os animais sofrem durante o processo de produção e relacionar com o Congresso Virtual Indiciplinar Marista de Biodiversidade, especialmente o subtema três, que aborda a interferência humana na biodiversidade local (nesse caso representando a matança de animais) levando a alterações de diversos ecossistemas.
  A biodiversidade sofre influência das atividades humanas como a extinção de seres vivos (animais mortos para a confecção de casacos). Segundo o autor Marcelo L. Rakssa (quarta-feira, dois de junho de dois mil e dez) “o futuro das sociedades humanas é decidido pelas respostas que são dadas aos desastres ambientais e sua capacidade de consumo de recursos naturais sem o seu esgotamento”, sendo assim, se continuarmos com a confecção desses casacos de boa qualidade, é necessário o sacrifício de dezenas de animais, tornando a moda à inimiga da biodiversidade. A extinção de apenas uma espécie de animal pode alterar um ecossistema e a sua cadeia alimentar.
  Assim,temos que ter cuidado quanto as formas de preservação, devendo ser uma grande preocupação constante de qualquer individuo, instituição e religião