segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Propagandas do casaco de pele






   Podemos perceber que, apesar de serem 4 imagens diferentes, todas têm algum aspecto em comum. Percebe-se que sempre utilizam a mulher como uma mercadoria sensual e de luxo (são modelos ou cantoras famosas, conhecidas quase mundialmente) que incintivam as pessoas a comprarem por se sentirem pertecentes a camada social "elite" e que, caso comprem o casaco de pele, ficarão mais parecidas com as modelos das propagandas.
    Quando olhamos as propagandas, nosso cérebro enfoca diretamente ao centro. Se formos usar de exemplo da propaganda da Gisele, percebemos que o enfoque é a coxa. No caso da Naomi, as curvas das pernas, quadril e seios que estão no centro da imagem. Com esses enfoques, muitas vezes podem dar a ilusão para o observador que caso ele compre o casaco podera ter as mesmas caracteristicas da modelo, o que não vai acontecer. E que não significa, necessariamente, que aquilo que está sendo demonstrado na propaganda é o único tipo de beleza que existe. Muito pelo contrário.
   O casaco de pele surgiu na Europa, mais precisamente na Espanha e na Itália, onde a maior parte da população usava para se aquecer do frio intenso. Isso quer dizer que, dependendo da maioria das pessoas "fazem de tudo" para copiar a moda de um pais de 1° mundo, como a Europa ou até mesmo os EUA. Já que o casaco de pele é símbolo de elegância e superioridade, desde a época dos reis medievais.
    Teve seu auge de produção na década de 50, onde, em um mundo pós-guerra, a década foi conhecida como "os anos dourados", a prosperidade capitalista contaminava a maioria dos países do mundo, as alianças comerciais entre os países do bloco dos EUA erão intensas, o governo norte-americano gastava bilhões de dólares para o desenvolvimento da ciência e tecnologias, principalmente na área de química. Modernizou-se o processo de fabricação do casaco, como por exemplo o uso do produto tóxico Metanol, onde muitas vezes era utilizado não somente para a melhor decomposição da pele, mas também pelo melhor custo benefício. Além de que inventaram uma espécie de "armário frigorífico" para que os casacos de pele não perdessem seu "brilho" ou ficarem com "cara de velhos".
    Teve a maior queda a partir da década de 60 até nos dias de hoje. Os anos 60 foram considerados "os anos rebeldes": muitas pessoas contestavam sobre a política do governo (principalmente ao regime capitalista), as famosas ONGs, que dedicam quase todo seu tempo em busca de proteção ao meio ambiente e os alertas ao aquecimento global, aparecem; surgem movimentos rebeldes em diversos países, a concientização ambiental aumenta na população. As pessoas estão percebendo os problemas que a Terra sofre, como o mundo está mudando de uma maneira assustadora... Os animais, a maioria já estão em extinção, as florestas são poucas, a fiscalização, nada. Mas, a situação está se invertendo e têm chances de que a Terra seja um lugar melhor daqui para frente. Todas as iniciativas positivas fazem diferença!
 Abaixo teremos algumas propagandas contra o casaco de pele que mostram  todas as críticas citadas acima sobre as propagandas que insentivam o consumo desse produto.





 

 "Você é aquilo que você usa!"


"Para tudo tem uma consequência "


"Revolta da natureza"


Como podemos ver, fizemos algumas "sátiras" em relação às propagandas de casaco de pele. Em todas elas, tratamos algo como "vingança dos animais", mostrando o contrário do que os humanos fazem com eles. Usamos, também, a mesma estratégica de "foco no meio" utilizado nas propagangas: no meio, aparece o humano sendo ou ridicularizado com uma peça de roupa de animal (como na primeira figura) ou sofrendo, na prisão ou na forca, enfim, o sofrimento.Outra estratégica utilizada foi a utilização de cores fortes e vibrantes, além de não utilizar uma mulher para as propagandas.
   Muitas das propagandas lançadas na mídia contra o casaco de pele utilizam recursos como frases que ficam na cabeça das pessoas (por exemplo, utilizamos a "você é aquilo que você usa!"), ou até mesmo imagens chocantes, sendo um meio de alertar a populaçao e tendo a intenção de que as pessoas vão pensar antes de comprar/consumir esse produto.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Powerpoint

  
Introdução
Tema do nosso projeto e a produção do casaco de pele. Então pensando nesse assunto nos lançamos a pergunta: o animal sofre durante o processo de produção do  casaco de pele
    O casaco de pele surgiu na Europa, mais precisamente na Espanha e na Itália, onde a maior parte da população usava para se aquecer do frio intenso.
¢   A produção intensificou-se mais  na sociedade depois do êxodo rural da população, onde o número  de fábricas e industrias aumentaram, portanto uma produção maior dos casacos e um aumento nas vendas. O auge mesmo foi na década de 50/60.



Tipos de Caça
 ¢  Envenenamento - já tendo o conhecimento dos hábitos da presa, o caçador coloca um veneno na carcaças de animais mortos.
¢  Caça no pio - um objeto de bambu que emite um som semelhante a de um macho, fazendo com que as fêmeas se aproximem.
¢Gatoeiras - é uma caixa com dois compartimento, sendo a primeira para capturar a presa de maior porte e a segunda para as de menor porte
¢   Caca com tacape - em sua maioria na sociedade indígena que usam uma arma de madeira para quebrar o crânio do animal
¢   
¢   No processo de transformação do casaco de pele, envolve o aplicamento de uma série de substâncias tóxicas, como o Metanol, que tem como objetivo prevenir a decomposição.
 Por causa desses produtos tóxicos que são jogados no solo, afeta os lençóis de águas subterrâneas, que prejudica a vida tanto dos animais marítimos como os dos seres humanos.
 
Direitos dos animais

¢  1978- criado, na França, a Declaração Universal dos direitos dos animais, por George House.
¢  Objetivo: indicar diversos artigos protegendo os animais dos possiveis maus tratos dos seres humanos.
¢  Alguns artigos dessa declaração são:
¢         01) Todos animais tem direito a vida
¢         02) Todos os animais tem direito ao respeito e proteção do homem
¢         03) Nenhum animal deve ser maltratado
¢         04)  Todos os animais selvagens tem direito de viver livre no seu habitat
¢         05) O animal que o homem escolher como companhia, jamais deve ser abandonado
       06)  Nenhum animais deve ser usado em experiências que lhe cause dor.

Conclusão

¢  Na confecção de casaco de pele, constatamos o mau trato e a falta de respeito aos direitos dos animais, além da extinção de determinadas espécies alterando e desequilibrando diversos ecossistemas e a biodiversidade.
¢  Uma das soluções adotadas foi a substituição na confecção dos casacos por materiais sintéticos como o uso de fibras naturais.
Com a confecção de casacos sintéticos, diminuíram os maus tratos com os animais


domingo, 3 de outubro de 2010

TÓPICOS DA CONCLUSÃO:

*Na confecção de casacos de pele, notamos que os animais sofrem maus tratos desrespeitando até os direitos deles.
* Na matança de animais ocorre até a extinção de algumas espécies de animais, alterando diversos ecossistemas e a biodiversidade.
* Em decorrente desse fato, a população está tomando consciência e tentando reverter essa situação, utilizando invés de animais, materiais sintéticos como o uso de fibras naturais para a confecção de casacos.
* Com a confecção de casacos sintéticos, diminuíram os maus tratos com os animais.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Parte dos direitos dos animais


- 1978- criado, na França, a Declaração Universal dos direitos dos animais

     - Proposta proclamada pelo cientista Georges Heuse
OBJETIVO DESSA DECLARAÇÃO:
     -  indicar diversos artigos protegendo os animais dos possiveis maus tratos dos seres humanos.

- Alguns artigos dessa declaração são:
       01) Todos animais tem direito a vida
       02) Todos os animais tem direito ao respeito e proteção do homem
       03) Nenhum animal deve ser maltratado
       04)  Todos os animais selvagens tem direito de viver livre no seu habitat
       05) O animal que o homem escolher como companhia, jamais deve ser abandonado
       06)  Nenhum animais deve ser usado em experiencias que lhe cause dor

         -  Desrespeito as leis nas fabricas de confecção de casacos de pele
         -  Falta de fiscalização

Parte "Gaia"

- Nas fábricas, os animais são mantidos ao ar livre, sendo alimentados com produtos considerados inapropriados para o ser humano.

- No processo de transformação do casaco de pele, envolve o aplicamento de uma série de substâncias tóxicas, como o Metanol, que tem como objetivo prevenir a decomposição

- Por causa desses produtos tóxicos que são jogados no solo, afeta os lençóis de águas subterrâneas, que prejudica a vida tanto dos animais marítimos como os dos sereshumanos.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Inglês

Summary: This scientific article aims to investigate how slowly the human being is destroying the ecosystem in the name of luxury, power and vanity, all through the making of fur coat, causing a series of impacts, since the cruel killing and horrible land animals until death of marine animals infected because of toxic substances.
Keywords: fur coat, environmental, animal, biodiversity.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Fontes

FONTE: " The Universal Declaration of Animal Rights was solemnly proclaimed in Paris on 15 October 1978 at the UNESCO headquarters. The text, revised by the International League of Animal Rights in 1989, was submitted to the UNESCO Director General in 1990 and made public that same year".- ás 13:11, segunda-feira, 13 de setembro de 2010.

http://gaia.org.pt/node/2050

http://peta.org.com/

Marcelo-    http://hotsite.marista.org.br/congressobio/Paginas/08-06.aspx

 Fibras-  http://hotsite.marista.org.br/congressobio/Paginas/Detalhes_08artigos.aspx?ID='2'

http://www.pea.org.br/crueldade/peles/index.htm

Casaco de pele: a conseqüência das caçadas.

Casaco de pele: a conseqüência das caçadas.
Um símbolo de riqueza se transforma em uma ameaça.

Resumo: Este artigo científico tem como objetivo investigar como, aos poucos, o ser humano vem destruindo o ecossistema em nome do luxo, vaidade e poder, tudo isso através da confecção de casaco de pele, que causa uma série de impactos ambientais, desde a matança cruel e horrorosa dos animais terrestres até a morte dos animais marinhos, infectados por causa de substâncias tóxicas.
Palavras chave: casaco de pele, impactos ambientais, animais, biodiversidade.

Introdução:
É inevitável a preocupação, em relação aos animais, quando falamos na produção de um casaco de pele, só para estar na moda ou na elevação do status social da pessoa que o utiliza. Pensando neste assunto, nosso grupo de Ciências resolveu investigar (pesquisando em artigos científicos, sites e ONGs especializadas) se os animais sofrem durante o processo de produção e relacionar as nossas pesquisas feitas com o Congresso Virtual Indisciplinar Marista de Biodiversidade, especialmente o subtema três, que aborda a interferência humana na biodiversidade local (nesse caso, representando a matança de animais) levando a alterações de diversos ecossistemas.
A biodiversidade sofre influência das atividades humanas como a extinção de seres vivos (animais mortos para a confecção de casacos). Segundo o autor Marcelo L. Rakssa (quarta-feira, dois de junho de 2010) “o futuro das sociedades humanas é decidido pelas respostas que são dadas aos desastres ambientais e sua capacidade de consumo de recursos naturais sem o seu esgotamento”.

Desenvolvimento:
  Cada vez mais que o mundo, por fim, evolui em relação as tecnologias e ideologias, invenções e afins são criados para resolverem problemas que não tínhamos.

Segundo o autor H. Espindola (1998), na Europa, as mudanças políticas, econômicas, sociais levaram as pessoas ao então êxodo do campo para as cidades, e a industrialização e o avanço científico aumentaram durante os séculos XIX e XX, principalmente na Itália e Espanha. Durante esse período, foi considerado o “auge” da produção de casacos de pele e até mesmo outros produtos, pois aumentou o número de fábricas produzindo o mesmo produto, abaixando os preços, levando a um consumo maior. Como o rigoroso inverno europeu castigava as pessoas com o frio, foi visto que a melhor opção de se aquecerem (além de demonstrar o luxo e riqueza) utilizando a confecção de casacos feitos, principalmente, de filhotes abatidos em cativeiros, como as espécies de coelhos, chinchilas, raposas, lebres e coiotes.
  No caso do Brasil, onde o frio não é tanto, a produção de casacos de pele não é tão intensa, apesar de que isso não é uma justificativa para que os brasileiros não utilizem desse tipo de casaco ou, muito pior, extraiam o couro de, por exemplo, jacarés para a fabricação de bolsas de grifes e para a exportação a países estrangeiros. Desde aquela época até os dias de hoje, os humanos não têm controle da matança dos animais, o que prejudica o meio ambiente.
  Contudo, a conscientização a respeito dessa matança está mudando de uma forma demorada e com sérias polêmicas.
   A forma como esses animais são terrivelmente maltratados torturados, e por fim mortos, está chamando atenção, pois muitos deles ainda filhotes são retirados de seus pais em armadilhas, afogamentos, envenenamento, eletrocutação.
   Há vários jeitos de se retirar a pele dos animais sem danificar, desde a eletrocutação anal a esmagamento. Muitas dessas vítimas, enquanto estão presas, acabam enlouquecendo e praticando o canibalismo, na tentativa desesperada de se libertar da morte. As fêmeas, aflitas ao verem sua cria presa, fazem de tudo para a verem libertadas das armadilhas, arrancando suas patas. Outros acabam morrendo por gases venenosos, sem higiene alguma, mortos de fome, doenças como febre, gangrena e perda de sangue.
Segundo a ONG Gaia, nas fábricas, os animais são mantidos ao ar livre, sendo alimentados com produtos considerados inapropriados para o ser humano.
No processo de transformação do casaco de pele, envolve o aplicamento de uma série de substâncias tóxicas, como o Metanol, que tem como objetivo prevenir a decomposição. Desse modo, a pele do animal não é mais biodegradável, afetando o meio ambiente por causa do tamanho de produtos químicos que são jogados no solo afetando os lençóis de água subterrâneos, ou seja, isso afeta tanto os animais marítimos, como o ser humano.
   Já foi criado, no dia 15 de outubro de 1978, na França, Paris,  a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, uma proposta proclamada pelo cientista Georges Heuse (1978) que a tem como objetivo indicar diversos artigos protegendo os animais em relação aos maus tratos dados pelos humanos.
  • 01- Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
  • 02- Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
  • 03- Nenhum deve ser maltrado.
  • 04- Todos os animais selvagens têm o direito de viver livre no seu habitat.
  • 05- O animal que o home escolher pra companhia não deve ser nunca abandonado.
  • 06- Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe cause dor.
  • 07- Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
  • 08-  A poluição e a destruição do meio ambiente são consideradas.
  • 09- Os direitos dos animais devem ser defendidos por lei.
  • 10- O homem deve ser educado desde a infância a observar, respeitar e compreender os animais.
Então, podemos perceber  que a  forma como estes animais foram mortos, não se enquadram em quase nenhum artigo, principalmente nos números 01, 03, 04 06 e 07. Contudo, dentro das fábricas de criação, nenhuma lei protege os animais, já que os fabricantes se interessam na qualidade no animal, devido à falta de fiscalização.

Conclusão:

Na confecção de casaco de pele, constatamos o mau trato e a falta de respeito aos direitos dos animais, além da extinção de determinadas espécies alterando e desequilibrando diversos ecossistemas e a biodiversidade.
Em decorrência desses fatos, a população tem tomando consciência e tentando reverter essa situação. Uma das soluções adotadas foi a substituição na confecção dos casacos por materiais sintéticos como o uso de fibras naturais que teve uma boa aceitação na moda e agradou os ambientalistas.
Com essa solução, diminuíram os maus tratos e a morte dos animais, mas isso não impede que essa produção encerre totalmente.
Para os próximos pesquisadores que acabarem de ler este artigo, sugerimos que aprofundem mais na pesquisa referente a esse assunto e de algum jeito, descubram outras soluções para que as nossas vestes contribuíssem de uma forma honesta e digna para o nosso planeta.




quarta-feira, 15 de setembro de 2010

A consequência das caçadas -

Um simbolo de riqueza se transforma em uma ameaça.

Palavras chaves: casaco de pele, impactos ambientais, animais, biodiversidade

Keywords: fur coat, environmental, animal, biodiversity

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Desenvolvimento

Cada vez mais que o mundo, por fim, evolui em relação as tecnologias e ideologias, invenções e afins, são criados para resolverem problemas que não tínhamos.
Na Europa, as mudanças políticas, econômicas, sociais levaram as pessoas no então êxodo do campo para as cidades e a industrialização e o avanço científico aumentou durante o séculos XIX e XX, principalmente na Itália e Espanha. Durante esse período foi considerada o "auge" da produção de casacos de pele e até mesmo outros produtos, pois o número de fabricas produzindo o mesmo produto, abaixando os seus preços, levando a um consumo maior. Como o rigoroso inverno europeu castigava as pessoas com o frio, viram que a melhor opção de se aquecerem (além de demontrar o luxo e riqueza) utilizando a confecção de casacos feito, principalmente, de filhotes abatidos em cativeiros, como as espécies de coelhos, chinchilas, raposas, lebres e coiotes.
No caso do Brasil, onde o frio não é tanto, a produção de casacos de pele não é tão intensa, apesar de que isso não é uma justificativa para que os brasileiros não utilizem desse tipo de casaco ou, muito pior, extraem o couro de, por exemplo, jacarés para a fabricação de bolsas para grifes e para a exportação à países estrangeiros. Desde aquela época até os dias de hoje, os humanos não têm controle da matança dos animais que prejudica o meio ambiente.
Contudo, a concientização a respeito dessa matança, está mudando de uma forma demorada e com sérias polêmicas.
A forma como esses animais são terrivelmente maltratados, torturados, e por fim morto, está chamando atenção, pois muitos desses animais ainda filhotes são retirados de seus pais em armadilhas, afogamentos, envenenamento, eletrocutação.
Há vários jeitos de se retirarem a pele dos animais sem danificar, desde a eletrocutação anal á esmagamento. Muitos dessas vítimas, enquanto estão presos, acabam enlouquecendo e praticando o canibalismo, na tentativa desesperada de se libertar da morte. As fêmeas, aflitas ao verem sua cria presos, fazem de tudo para ver libertados das armadilhas, arrancando suas patas. Outros acabam morrendo por gases venenosos, sem higiene alguma, mortos de fome, doenças como febre, gangrena e perda de sangue.
Já foi criado no dia 15 de Outubro de 1978, na França, Paris,  a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, uma proposta declarada pelo cientista Georges Heuse (1978), a Declaração tem como tal objetivo de diversos artigos protegendo os animais em relação ao maus tratos dados pelos humanos. Esta abaixo, por exemplo:
  • 01- Todos os animais têm o mesmo direito à vida;
  • 02- Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem;
  • 03- Nenhum deve ser maltrado;
  • 04- Todos os animais selvagens tê o direito de viver livre no seu habitat;
  • 05- O animal que o home escolher pra companhia não deve ser nunca abandonado;
  • 06- Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe cause dor;
  • 07- Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida;
  • 08-   A poluição e a destruição do meio ambiente são consideradas;
  • 09- Os direitos doa animais devem ser defendidos por lei;
  • 10- O homem deve ser educado desde a infância a observar, respeitar e compreender os animais.
Então, podemos perceber  que a  forma como estes animais foram mortos, não se enquadram em quase nenhum artigo, principalmente nos números 01, 03, 04 06 e 07.

FONTE: " The Universal Declaration of Animal Rights was solemnly proclaimed in Paris on 15 October 1978 at the UNESCO headquarters. The text, revised by the International League of Animal Rights in 1989, was submitted to the UNESCO Director General in 1990 and made public that same year".- ás 13:11, segunda-feira, 13 de setembro de 2010.
 

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Introdução - oficial

  É inevitável a preocupação, em relação animais, quando falamos na produção de um casaco de pele, só para estar na moda ou para a elevação de status social da pessoa que o utiliza. Pensando neste assunto, nosso grupo de Ciências resolveu investigar se os animais sofrem durante o processo de produção e relacionar com o Congresso Virtual Indiciplinar Marista de Biodiversidade, especialmente o subtema três, que aborda a interferência humana na biodiversidade local (nesse caso representando a matança de animais) levando a alterações de diversos ecossistemas.
  A biodiversidade sofre influência das atividades humanas como a extinção de seres vivos (animais mortos para a confecção de casacos). Segundo o autor Marcelo L. Rakssa (quarta-feira, dois de junho de dois mil e dez) “o futuro das sociedades humanas é decidido pelas respostas que são dadas aos desastres ambientais e sua capacidade de consumo de recursos naturais sem o seu esgotamento”, sendo assim, se continuarmos com a confecção desses casacos de boa qualidade, é necessário o sacrifício de dezenas de animais, tornando a moda à inimiga da biodiversidade. A extinção de apenas uma espécie de animal pode alterar um ecossistema e a sua cadeia alimentar.
  Assim,temos que ter cuidado quanto as formas de preservação, devendo ser uma grande preocupação constante de qualquer individuo, instituição e religião

terça-feira, 31 de agosto de 2010

A consequência das caçadas

É inevitável a preocupação, em relação aos animais, quando falamos na produção de um casaco de pele, só para estar na moda ou para a elevação do status social da pessoa que o utiliza. Pensando neste assunto, nosso grupo resolveu investigar as etapas do processo de produção dos casacos de pele e o trato com os animais e relacionar com o Congresso Virtual Interdisciplinar Marista de Biodiversidades, especialmente o subtema três, que aborda a interferência do ser humano na biodiversidade local, nesse caso representado pela matança dos animais, levando as alterações nos diversos ecossistemas.
O uso e produção desse tipo de casaco originou-se na Europa, no século XIX. Decorrente do rigoroso inverno europeu, as mulheres sentiam necessidade de se aquecerem com as peles de animais, como coelhos, chinchilas, raposas, lebres e coiotes. No auge do século XX, aumentou o número de produção dos casacos de pele a consequentemente, o número de animais mortos. Desde aquela época até os dias de hoje, os humanos não têm controle da matança dos animais que prejudica o meio ambiente e até a cadeia alimentar. 
A biodiversidade sofre influencia das atividades humanas como a extinção de seres vivos, (animais mortos para confecção de casacos). Segundo o autor Marcelo L. Rakssa (quarta-feira, 2 de junho de 2010)“o futuro das sociedades humanas é decidido pelas respostas que são dadas aos desastres ambientais e sua capacidade de consumo de recursos naturais sem o seu esgotamento”, sendo assim, se continuarmos com a confecção desses casacos, não estaremos afetando somente a vida dos animas, mas também a dos próprios seres humanos.
Para a confecção de apenas um casaco de pele de boa qualidade, é necessário o sacrifício de dezenas de animais, tornando a moda à inimiga da biodiversidade. A extinção de apenas uma espécie de animal pode alterar um ecossistema e a sua cadeia alimentar.
Assim, a biodiversidade tem que ser cuidada nas diversas formas de preservação, devendo ser uma preocupação constante de qualquer pessoa, instituição e religião. 

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Morte dos animais para a obtenção de casaco de pele.

* Todos os anos, as armadilhas 10 milhões de guaxinins, coitotes, lobos, castores, lontras, raposas, chinchilas entre outros para a obtenção de casaco de pele.
* Ao pisar nas armadilhas, os animais sentem dores levando a armadilhas atingir a carne até o osso, machucando a pata ou perna.
* Alguns animais e também as fêmeas mães, lutam para sair da armadilha para cuidar de seus filhotes, chegando ao ponto dos animais morderem eles mesmos, ou até se comerem.
* Se os animais presos nas armadilhas não morrerem, eles serão mortos pelos caçadores ou até por animais soltos.
* Para os animais que não morreram, os caçadores esmagam o pescoço do animal jogando um peso. Um tipo dessa situação é como se mata um urso.
* Os caçadores retiram a pele dos animais que viveram nas armadilhas, batendo nos animais ou esmagando a cabeça do animal com um pé e o outro apertar a área peitoral.
* As armadilhas também podem matar animais indefesos, que para os caçadores esses animais não são bons para a obtenção de casacos de pele e por isso são considerados ''lixos'' porque não tem valor econômico.

      - Aqui embaixo está uma lista de quantos animais são necessários para a obtenção de um casaco de pele:

125 arminhos


100 chinchilas

70 martas-zibelinas ( passam em média 3.000 horas na armadilha )

50 martas canadianas ( passam em média 3.000 horas na armadilha )

30 ratos almiscarados ( passam em média 1.500 horas na armadilha )

30 sariguéias

30 coelhos

27 guaxinins ( passam em média 2.400 horas na armadilha )

14 lontras ( passam em média 1.200 horas na armadilha )

11 raposas douradas (passam em média 2.520 horas na armadilha )

11 linces ( passam em média 1,080 horas na armadilha )

9 castores ( passam em média 225 horas na armadilha )

16 coiotes ( passam em média 960 horas na armadilha )


http://www.vivaosanimais.com.br/page13.html

Bruna Cilento - nº 7 - 9ºano D

Tópicos- ORIGEM DO PÊLO PARA OS CASACOS

- O inverno é a melhor estação para a morte dos animais adultos, uma vez que os filhotes normalmente só tem penugem, o que não valeria a pena. É nessa estação que os pelos ficam mais brilhantes e fortes, além de crescerem mais;

- Com a morte dos animais a pele é deixada para secar em um pedaço de madeira para que a forma do animais deixe de existir. Já pronta, a pele passa por diversos banhos em substâncias químicas com o objetivo de retirar alguma impureza restante;

- Os animais silvestres quando presos em armadilhas chegam a comer a própria pata para se livrar da morte;

-Existem diversas técnica para caçar, entre ela destaco as seguintes:
  • ENVENENAMENTO- Já tendo o conhecimento dos hábitos da presa, o caçador colocava um veneno na carcaça de animais mortos;
  • CAÇA NO PIO- Um objeto de bambu que emite um som semelhante a de um macho, fazendo com que fêmeas se aproximem;
  • CAÇA COM TACAPE- Em sua maioria na sociedade  indígena que usam uma arma de madeira para quebrar o crânio do animal;
  • GATOEIRAS- É uma caixa com dois compartimentos, sendo a primeira para capturar a presa de maior porte e a segunda para a de menor tamanho;
  • CAÇA DE PERSEGUIÇÃO- Utiliza cães para perseguir a presa até um certo lugar onde fica mais fácil acertar o tiro no alvo;
  • CAÇA COM ZAGAIA- Usada principalmente por onceiros, é um lança de ferro que espeta o peito do bicho;
  • CAÇA DE ESPERA- Utilizada pelos caçadores, com armas de fogo, onde espera a presa aparecer para atirar.
- As fêmeas percebendo o desespero do filhote, chega a decepar a sua perna para livrar o filho da morte;

-Os animais em cativeiro chegam a ter costumes canibais, não tendo um veterinário para cuidar.


Fontes:      http://animais.bicodocorvo.com.br/informacoes/casacos-de-pele-uma-crueldade-contra-os-animais

http://www.apascs.org.br/materia29.php

http://www.nex.org.br/causas.htm


Mariana M. Virno         Nº22          9ºano D

 

Tópicos- Direito dos animais

Os animais, no Brasil, são considerados como “bens móveis” pelo Código Civil e como “recursos naturais” ou “bem de uso comum do povo”, pela Lei de Crimes Ambientais, portanto, são considerados como sujeitos de direito. 


- Porém, o Código Civil brasileiro de 1916 considerava os animais como "coisas", bem semoventes, objetos de propriedade e outros interesses alheios: “bens móveis suscetíveis de movimento próprio” (artigo 47); “coisas sem dono sujeitas à apropriação (artigo 593) ou, simplesmente “caça” (artigos 596 a 598).


- Na França, na lei civil, os animais são considerados como “coisas".


- O Tratado de Amsterdã reconhece os animais como seres sencientes.


- O Direito Ambiental visa à preservação da vida em todas as suas formas, o que confere aos animais o status jurídico de sujeitos de direito.


Declaração Universal dos Direitos dos Animais 
     Artigo 3º
  1. Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis. 
  2.Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.


Fonte: http://www.iedc.org.br/REID/?CONT=00000084

Fonte: http://www.pea.org.br/leis/leis_declaracao_universal.htm

Thais Faria  nº 31  9ºD

domingo, 29 de agosto de 2010

Sofrimento dos animais

- Os animais ficam em gaiolas imundas e de tamanhos inadequados, podendo desenvolver  problemas neuroticos como a auto-mutilacao e  mentais, onde ficam batendo partes do seu corpo nas grades da gaiola e se movimentando de um lado para o outro.

- Muitas industrias para nao estragar  a pele do animal utilizam dois metodos- a quebra da coluna cervical, levando a morte imediata e tambem a eletrocussao anal ,ou seja, uma ferramenta com eletricidade e colocada na cara dos animais "fritando" as partes do seu corpo

-Algumas vezes os animais ficam atordoados e sao obrigados a tomar remedio para dormir.Quando acordam encontram-se sofrendo ainda vivos para obter a sua pele

-Para a retirada da pele dos animais selvagens ,armadilhas colocadas nas florestas , prendem partes dos corpo do animal,onde  para muitos comer  a propia pata e o jeito de escapar . Mas muitos acabam ficando ficando presos por dias e possivelmete morrem antes da chagada do dono da armadilha.

-Muitos filhotes ficam presos nas armadilhas e muitas vezes a sua familia nao consegue tirar-los ,ficando no local  junto com os seu filhotes.Com isso o responsavel  pele  armadilha obtem mais de um animal , podendo variam de um ate uma familia toda.

-Para obter um casaco de pele de tamanho normal , possuem  125 armadilhas em cada floresta,obtendo um grande resultado de animais  presos ,consequentimente aumentando o numero de casacos produzidos.


Julia Antelmi
Numero 21

Fonte: http://www.pea.org.br/crueldade/peles/index.htm

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Tópicos - Mortes de animais

- 1 a cada 4 animais conseguem escapar, porém com suas patas arrancadas ou mutiladas mas morrem depois por perda de sangue, febre ou gangrena.

- Todos os anos milhares de gatos, cachorros, cervos, linces e outros animais, inclusive animais em extinção são mortos ou ficam alejados pelas armadilhas.

- Estas mortes são qualificadas pelos "peleiros" como "trash kills". A tradução literal seria algo como "matanças de lixo".

- Alguns animais, especialmente mães ao verem seus filhotes presos às armadilhas, desesperadas chegam a arrancar as patas de seus filhotes para tentar salvá-los e vê-los lires.

- Os animais ficam confinados por dias, esperando para serem mortos em jaulas de menos de um metro, e com 4 animais por jaula sem cuidados veterinários e sujeitos à condições do tempo, altas temperaturas de verão e frio intenso no inverno.

- Alguns animais acabam por eouquecer, até praticando o canibalismo.

- Para exeutar as mortes sem danificar suas peles, os animais são mortos por gás, envenenamento por estriquina ou tem seus pescoços quebrados.

- Pode ser usado o eletrocussão anal, e em muitos casos, quando o animal ainda está consiente, os homens o esfolam.

- Existem várias organiações que lutam contra a matança de animais. Uma delas é o "PETA" (People for the Etchical Treatment of Animals).


Fonte: http://www.peta.org/actioncenter/clothing.asp


Postado por: Giovana A. - n° 16

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

As consequências das caçadas

A moda de transformar animais em casaco é do século XIX. Os vestidos de festa cobriam pouco o corpo das mulheres e eram insuficientes para enfrentar o rigoroso inverno europeu. Para cobrir os ombros, as senhoras da sociedade começaram a usar peles macias de animais como raposas, martas, lebres, chinchilas e visons. As peles eram reluzentes e combinavam com o estilo de tecidos nobres usados naquela época. O habito de usar peles teve seu auge no século XX, levando a uma matança dos animais, até a sua quase extinção.
Pensando neste assunto, nosso grupo resolveu investigar as etapas do processo de produção dos casacos de pele e o trato com os animais e relacionar com o Congresso de Biodiversidades, especialmente o subtema três, que aborda a interferência do ser humano na biodiversidade local, nesse caso representado pela matança dos animais, levando as alterações nos diversos ecossistemas.
A biodiversidade sofre influencia das atividades humanas como a extinção de seres vivos, (animais mortos para confecção de casacos). Segundo o autor Marcelo L. Rakssar “o futuro das sociedades humanas é decidido pelas respostas que são dadas aos desastres ambientais e sua capacidade de consumo de recursos naturais sem o seu esgotamento”.
Para a confecção de apenas um casaco de pele de boa qualidade, cujas manchas combinem em forma e em cor é necessário o sacrifício de dezenas de animais, tornando a moda à inimiga dos animais e consequentemente da biodiversidade. A extinção de apenas uma espécie de animal pode alterar um ecossistema e a sua cadeia alimentar.
Uma solução ao problema apresentado foi a proibição da venda de produtos decorrentes da morte de animais como na Costa do Marfim, em Senegal, Uganda e no Canadá, além da substituição por casacos produzidos apartir de fibras artificiais, ou seja, fibras produzidas pelos humanos, que conduzem menos eletricidade e não prejudicam a biodiversidade, sendo a melhor opção.
Assim, a biodiversidade tem que ser cuidada nas diversas formas de preservação, devendo ser uma preocupação constante de qualquer pessoa, instituição e religião. 

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A morte de um animal pode ser significado de elegância?

Muitas pessoas não entendem o verdadeiro valor de uma "pele", mas o fato é que para fazer um simples casaco de pele, dezenas de animais pagam com suas vidas em nome da vaidade. Animais que são impiedosamente tirados de seus habitats, de seus filhotes, de seus pais. A maioria deles são presos em armadilhas, afogadas, eletrocutados, envenenados em fazendas, com uso inapropriado para a produção de pele.
Então, o nosso grupo resolveu investigar um pouco mais sobre assunto, relacionando com o Congresso de Biodiversidade, especialmente o subtema 3, que fala sobre o ecossistema e a cultura, ou seja, a interferência do ser humano na biodiversidade local. Falando sobre esse tema, esse ano foi escolhido como o Ano Internacional da Biodiversidade (acesse o link acima para mais informações) e já está mais que na hora de "agilizarmos" as nossas ações para deixar um mundo melhor... Não é?
Sendo assim, percebemos um imenso sofrimento dos animais, como as raposas, os esquilos, os coelhos, os minks, chinchilas etc. Realmente, não vale a pena matar milhares de animais em nome do seu status social, para demonstrar que tem dinheiro suficiente para seu uso ou qualquer coisa do tipo. Isso é errado! Nós já estamos destruindo as florestas do mundo inteiro... A nossa Mata Atlântica tem menos de 15% da sua fauna e flora natural... A Amazônia, o Pantanal... Tudo. Simplesmente tudo está acabando e, consequentemente, o ser humano também, junto com esses e entre outros animais. Isso causa um imenso impacto ambiental!!!!
Veja alguns exemplos abaixo sobre a matança desses animais indefesos:




                                                                    24 a 30 raposas.









30 a 40 focas ou lontras.






lebre ou coelho, mata cerca de 40 a 50.



Enfim, por hoje é só. Espero que concientize as pessoas sobre esse assunto.